Quando
Juliana Vieira, presidente da Câmara Municipal de Alto Alegre do Maranhão,
declarou apoio público a Eduardo Braide na disputa pelo governo do estado, o
cenário político da cidade mudou de figura.
Não
foi um movimento qualquer, foi uma declaração de alguém que construiu e tem construído
sua trajetória com voto real, 1.095 votos em 2024 e com uma presença genuína junto
à população, da periferia ao centro, do trabalhador ao empresário.
Juliana
é oposição de verdade, oposição que cobra, que aparece, que tem nome nas ruas. E
quando uma liderança com esse perfil se posiciona, o eleitorado escuta.
O
apoio dela a Braide não é aposta no vazio, com o ex-prefeito de São Luís
liderando com folga as pesquisas estaduais e a gestão municipal de Nilsilene do
Liorne enfrentando desgaste crescente, Juliana leu o momento com precisão, e
teve a coragem de se colocar à frente.
Dias
depois, veio Hélcio Bezerra, que também se diz oposição a Nilsilene. Ele declarou
apoio a Braide, mas há uma diferença gritante entre os dois movimentos, um
abriu caminho, o outro entrou nele.
Hélcio
é o tipo de “oposicionista” que aparece quando o vento já mudou de direção. Sem
expressão popular consistente, sem histórico de enfrentamento real ao poder instalado
em Alto Alegre do Maranhão, sua declaração soa mais como adesão de última hora
do que convicção política. De líder, pouco tem, porém, de seguidor do momento,
tem muito.
Em
Alto Alegre do Maranhão quem define a narrativa é Juliana Vieira, Hélcio no
momento, é apenas um coadjuvante.

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