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terça-feira, 14 de abril de 2026

Juliana Vieira definiu o jogo, enquanto Hélcio Bezerra apenas segue o placar em Alto Alegre


Quando Juliana Vieira, presidente da Câmara Municipal de Alto Alegre do Maranhão, declarou apoio público a Eduardo Braide na disputa pelo governo do estado, o cenário político da cidade mudou de figura.

Não foi um movimento qualquer, foi uma declaração de alguém que construiu e tem construído sua trajetória com voto real, 1.095 votos em 2024 e com uma presença genuína junto à população, da periferia ao centro, do trabalhador ao empresário.

Juliana é oposição de verdade, oposição que cobra, que aparece, que tem nome nas ruas. E quando uma liderança com esse perfil se posiciona, o eleitorado escuta.

O apoio dela a Braide não é aposta no vazio, com o ex-prefeito de São Luís liderando com folga as pesquisas estaduais e a gestão municipal de Nilsilene do Liorne enfrentando desgaste crescente, Juliana leu o momento com precisão, e teve a coragem de se colocar à frente.

Dias depois, veio Hélcio Bezerra, que também se diz oposição a Nilsilene. Ele declarou apoio a Braide, mas há uma diferença gritante entre os dois movimentos, um abriu caminho, o outro entrou nele.

Hélcio é o tipo de “oposicionista” que aparece quando o vento já mudou de direção. Sem expressão popular consistente, sem histórico de enfrentamento real ao poder instalado em Alto Alegre do Maranhão, sua declaração soa mais como adesão de última hora do que convicção política. De líder, pouco tem, porém, de seguidor do momento, tem muito.

Em Alto Alegre do Maranhão quem define a narrativa é Juliana Vieira, Hélcio no momento, é apenas um coadjuvante.

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