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| Célis Lima. |
A jovem senhora Célis
Lima vive uma corrida contra o tempo para garantir que seu marido receba
tratamento especializado que não está disponível na cidade.
Há
dois meses, a vida de Célis Lima parou. Seu marido foi internado no Hospital Macrorregional
de Imperatriz após sofrer uma trombose no intestino, uma condição grave que,
nos dias seguintes, evoluiu para um quadro ainda mais crítico; uma isquemia mesentérica. O organismo dele não
resistiu sem sequelas, como consequência, ele perdeu 80% do intestino delgado.
O
diagnóstico é devastador. E a realidade que a família enfrenta, mais ainda, o
tratamento especializado necessário para que ele tenha uma chance real de
sobreviver simplesmente não existe em Imperatriz.
“Eu
imploro às autoridades, ao Estado e à Secretária de Saúde, ajudem a garantir
essa transferência imediata. O tempo está passando... e a vida dele não pode
esperar” – Célis Lima, esposa do paciente.
O
que dá algum alento é que já existe uma regulação autorizada para transferência
do paciente a São Luís. Mas, até o momento, a transferência não aconteceu, para
Célis, cada dia de espera é inaceitável, e potencialmente fatal.
A
capital maranhense, no entanto, é apenas uma etapa. O destino final ideal, segundo
a própria família, seria um centro especializado em São Paulo, com estrutura
para tratar casos de síndrome do intestino curto, condição que o paciente
desenvolveu após a perda de grande parte do órgão.
Desesperado,
Célis recorreu às redes sociais para pedir ajuda e pressionar as autoridades a
agilizarem o processo. Seu pedido é simples e urgente, que a burocracia não fale
mais alto do que a vida de um ser humano.

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