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| Hélcio da Clínica. |
Sonhando com 2028, ex-candidato a
vice-prefeito parece ter esquecido que liderança exige atitude e presença política.
A política de Alto Alegre do Maranhão
vive um verdadeiro vácuo de oposição. E esse vazio tem nome e sobrenome, antes era Maninho, atualmente, é Hélcio
da Clínica.
Apontado por aliados como suposta
liderança oposicionista e sonhando alto com a eleição de 2028, Hélcio parece
ter esquecido um detalhe básico da política, quem quer ser líder precisa, no
mínimo, liderar.
Derrotado nas urnas em 2024 como
candidato a vice-prefeito na chapa de Maninho, ele amargou o segundo lugar com
6.765 votos, a prefeita Nilsilene do Liorne foi reeleita com folga,
impulsionada pela força da máquina pública.
De lá para cá, Maninho
praticamente sumiu do mapa político. Restou a Hélcio a missão de assumir o
papel de voz da oposição, missão essa que ele simplesmente abandonou.
Enquanto a imprensa independente,
a exemplo deste blog, divulga quase que diariamente reclamações da população
contra a atual gestão, o autointitulado opositor segue calado, omisso e
completamente distante dos problemas do município. Nas redes sociais, nenhuma
cobrança firme, nenhuma crítica consistente, nenhum posicionamento que mostre compromisso
com o povo de Alto Alegre.
Passados mais de 16 meses da última eleição, o que se vê é um “líder” que não fala, não cobra, não fiscaliza e não incomoda
ninguém. Um opositor de fachada, que parece mais preocupado em preservar relações
políticas do que em defender os interesses da população. Para quem alimenta o
sonho de disputar a prefeitura em 2028, a postura é no mínimo vergonhosa. Política
não se faz apenas com promessas futuras e conversas de bastidores, se constrói com
presença, coragem e enfrentamento, e até agora, Hélcio da Clínica não demonstrou
nada disso.
Alto Alegre do Maranhão segue sem uma oposição de verdade, e o principal responsável por esse cenário é justamente quem deveria estar à frente dela. Se continuar assim, o projeto de se tornar prefeito não passará de um sonho distante, tão distante quanto ele próprio está do povo hoje.

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