terça-feira, 6 de dezembro de 2016

César Pires repudia agressão praticada contra a prefeita de São João do Sóter

Luiza Rocha foi agredida moralmente na Procuradoria Geral do Estado; Deputado acompanhou a prefeita para registrar Boletim de Ocorrência na delegacia. 

O deputado César Pires (PEN) denunciou, na manhã desta terça-feira (6), que a prefeita do município de João do Sóter, Luiza Rocha, foi agredida moralmente na Procuradoria Geral do Estado. O deputado informou que fez questão de acompanhar a prefeita até uma delegacia de polícia, em São Luís, para registrar um Boletim de Ocorrência contra uma assessora especial da Procuradoria do Estado, identificada como Lorena Duailibe.

Acompanhada de uma assessora e acompanhada de um assessor do meu gabinete, a prefeita foi agredida moralmente pela senhora Lorena e também pelo senhor procurador. O que ela foi fazer lá? Pedir, na verdade, uma documentação da qual ela tem direito e tramita dentro daquela Procuradoria”, explicou César Pires.

Ele foi enfático ao repudiar o tratamento dado à prefeita Luiza Rocha pela assessora Lorena Duailibe. “Fica aqui um alerta ao Gabinete Civil, que ligue para lá e tome as providências necessárias. Acredito até que o governador não tenha conhecimento dessas pequenas falanges que exaltam os comportamentos beligerantes, como a gente encontra aí. Verdadeiras contumélias foram professadas por aquela senhora em relação à prefeita”, afirmou César Pires.

Ele advertiu que a Assembleia Legislativa precisa ficar vigilante, sob pena de ver reduzido o seu papel como uma instituição legítima de defesa da sociedade.

Eu já vejo deputados reclamarem de secretários que não atendem, ou quando atendem postergam ao máximo que podem em relação ao atendimento, não atendem as situações que estão acontecendo, é preciso que a gente diga isso, sim, e que chegue ao Governador, para o Governador poder tomar uma atitude em relação a isso, eu não creio que isso tenha conhecimento dele, ou seja, uma recomendação, porque não é só para deputado de oposição, até mesmo as bases de governo e os cargos maiores estão tendo também esse processo de ressentimento e não pode vir aqui dizer o contrário, porque é isso que a gente escuta”, ressaltou César Pires.

Aurina Careiro/Agência Assembleia.

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