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terça-feira, 7 de julho de 2015

João Castelo critica corte de R$ 5 bilhões no orçamento para defesa do país


O deputado federal maranhense João Castelo (PSDB) criticou o corte de 25% no orçamento do Ministério da Defesa promovido pelo governo federal, dentro do arrocho fiscal que penaliza toda a economia brasileira.


No seu entendimento, “desarmar o arco não sara a ferida, mas o governo, numa tentativa quase alucinante de corrigir os graves erros cometidos num passado bem recente, acaba por promover o maior e mais doloroso arrocho fiscal de que se tem notícia na história deste país”, constatou.

“Eu quero alertar sobre o que ocorreu com o orçamento do Ministério da Defesa, pasta que está sempre fora de foco do distinto público e que perdeu 25% dos recursos que estavam previstos para este ano, ou seja, perdeu 5,6 bilhões, a despeito dela ter a respeitável missão de desenvolver projetos de importância capital para atividades que dizem respeito à segurança da nação e por via de consequência a nossa própria segurança”.

Destacando particularmente o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras – SISFRON, o deputado opinou que ele vinha a ser “tudo aquilo que nós brasileiros desejávamos para o Brasil, isto é, um sistema de vigilância e monitoramento contínuo, concebido para atender ao apelo da sociedade brasileira sobre uma maior vigilância da fronteira terrestre, como parte da solução para a redução do tráfico de drogas, de armamentos e de mercadorias contrabandeadas que alimentam à criminalidade no país e que tanto infelicita a vida de milhares de concidadãos.

Castelo lembrou o que pensam os especialistas da área de segurança quando dizem: o governo dá fôlego à criminalidade quando ignora a segurança de fronteiras.

O parlamentar alertou, também, para o fato do Sistema “estar sendo desenvolvido desde 2008 dentro de um planejamento estruturado para ser concluído até 2022, com meta de garantir uma cobertura de mais de 16.000 km de fronteiras entre dez países, ao longo de 11 estados e quase 600 municípios, dos quais, 11.500 km de cobertura localizados justamente na região amazônica, que é sem dúvidas a mais vulnerável do País.


E concluiu a fala reafirmando suas convicções de que o Sistema era absolutamente estratégico para o Brasil, sendo que “ tais cortes ferem de morte o sequenciamento de sua implantação, embora ainda haja tempo de se pensar numa alternativa menos traumática para a nação - opinou.

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