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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

DE VOLTA AO CASO: Quem matou ou mandou matar R. Laércio em Bacabal?

R. Laércio.


Mais de dez meses após a execução do empresário R. Laércio, Bacabal e, principalmente, a família da vítima, ainda não sabem quem puxou o gatilho, ou possivelmente, quem deu a ordem.

O crime, cometido de forma clara e objetiva, segue sem preso (s), sem denúncia e sem qualquer resposta concreta à sociedade.

R. Laércio foi morto no início da noite de um sábado, era dia 15 de março de 2025, 19h30, quando estava sentado na calçada, próximo de casa, no bairro Alto Cururupu.

Um homem chegou em uma moto Biz de cor branca e sem descer do veículo, efetuou vários disparos, alvejando a vítima com três tiros, o criminoso fugiu em seguida tomando rumo ignorado. A cena, típica de execução, não deixa margem para dúvidas quanto à frieza e à premeditação do crime.

R. Laércio chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Regional Laura Vasconcelos, porém, devido aos graves ferimentos, ele não resistiu. Desde então, o que se vê é um vazio de informações e um silêncio que incomoda familiares da vítima, amigos mais próximos e sociedade.

Hipóteses não faltaram. A atuação da vítima, de conhecimento geral, no ramo da agiotagem, levantou suspeitas de um possível acerto de contas. A possibilidade de latrocínio também chegou a ser ventilada, isso, diante do histórico de ostentação de R. Laércio, que sempre era visto usando cordões, pulseiras e relógios de ouro.

Antes de sua morte, foi registrado com ele, um assalto, na época, três indivíduos armados o renderam na porta de casa, levando cerca de R$ 300 mil entre joias e dinheiro em espécie. Ou seja, elementos existem, o que falta é respostas.

Passados pouco mais de dez meses, o Blog do Vanilson Rabelo, faz as seguintes perguntas; por que, após tanto tempo, o caso continua sem solução? A investigação avançou? Há suspeitos identificados? Existe um mandante? Ou crime foi empurrado para o arquivo do esquecimento?

Enquanto a Polícia Civil se mantém sob o manto do sigilo, a família convive com a sensação de que a impunidade venceu mais uma vez. Um homicídio cometido cedo da noite, em área urbana, não pode desaparecer nas gavetas do sistema.

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