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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Prefeito Adailson Machado fechou o ano deixando servidores sem salários e 13º em Paulo Ramos...

O fim de 2025 e o início de 2026 está sendo marcado por frustração e apreensão para os servidores públicos de Paulo Ramos.

Mesmo com a entrada de mais de R$ 12 milhões nos cofres municipais apenas no mês de dezembro, trabalhadores da administração pública passaram o Réveillon sem receber o salário mensal, o 13º salário e outros benefícios previstos em lei.

O que tradicionalmente seria um período de confraternização e alivio financeiro transformou-se em um cenário de incertezas para centenas de famílias. Informações apontam que a gestão municipal falhou no planejamento financeiro, resultando em atrasos que atingiram diretamente o funcionalismo.

Dados disponíveis no Portal da Transparência indicam que Paulo Ramos arrecadou, somente em dezembro, o valor de R$ 12.398.449,68. O volume expressivo de recursos contrasta com a realidade enfrentada pelos servidores, levantando perguntas sobre a condução das finanças públicas. Na cidade, e, principalmente, em grupos nas redes sociais, a dúvida é perturbadora, como a gestão de Adailson Machado que movimenta mais de R$ 12 milhões em um único mês não consegue cumprir com a folha de pagamento até o momento?


Além do impacto direto na vida dos trabalhadores, o atraso salarial provoca reflexos em toda a economia local. Sem salários, o poder de compra do funcionalismo é reduzido, afetando o comércio da cidade, que tradicionalmente aposta no período de festas para aumentar as vendas. O resultado é um efeito em cadeia que compromete a circulação de dinheiro e agrava a estagnação econômica em um momento estratégico do ano.

Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Paulo Ramos, sob a gestão do prefeito Adailson Machado, não havia divulgado sequer, uma nota oficial explicando os motivos do atraso e nem apresentado um calendário para a regularização dos pagamentos.

O silencio institucional do prefeito e sua equipe da Secretaria Municipal de Finanças amplia a insatisfação e deixa os servidores sem informações básicas sobre quando poderão quitar despesas essenciais, como contas de água, energia e alimentação.

Clique (AQUI) e veja a arrecadação completa.

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