O
Tribunal de Justiça do Maranhão só deverá se manifestar sobre o pedido de
intervenção no município de Turilândia na próxima semana, após o encerramento
do recesso do Judiciário.
A
solicitação foi apresentada pelo Ministério Público do Maranhão, por meio do procurador-geral
de Justiça, Danilo de Castro, e chegou a ser protocolada durante o plantão judicial.
Entretanto, não houve análise do mérito. O desembargador responsável pelo plantão
entendeu que o caso não se enquadra nos critérios de urgência exigido para apreciação
nesse período.
Dessa
forma, o tema só deverá voltar à pauta a partir do dia 7 de janeiro, quando as
atividades regulares do Judiciário forem retomadas após o recesso de fim de
ano.
O pedido de intervenção ocorre em meio aos desdobramentos da Operação Tântalo II, deflagrada pelo Gaeco, que resultou na prisão do prefeito de Turilândia, Paulo Curió, da vice-prefeita Tânia Mendes e de todos os vereadores do município.

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