Até
o momento, pelo menos que o editor deste blog tenha visto, nenhum vereador da cidade
acionou ou sequer mencionou acionar o Procon para apurar os abusos. Uma omissão
difícil de ignorar, ainda mais considerando que os preços elevados não são novidade,
o problema vem de muito antes dos recentes conflitos no Oriente Médio.
Os
parlamentares municipais podem e devem fiscalizar e denunciar aumentos abusivos
de preços de combustíveis, claro, dentro de suas atribuições de acompanhar o
interesse público e defender o consumidor local. Embora não tenha poder de
polícia para fechar postos diretamente, os edis podem agir de várias formas.
Com
a escalada das tensões geopolíticas envolvendo EUA, Israel e Irã, empresários do
setor encontraram um argumento convincente para justificar novos reajustes. O cenário
internacional serve de escudo, mas o consumidor bacabalense sabe que a alta já
era uma realidade antes de qualquer conflito externo.
A
função de fiscalização é uma das mais importantes de qualquer Câmara municipal.
Em Bacabal, porém, ela parece estar em recesso permanente quando o assunto é o
bolso do cidadão. Nenhuma convocação, nenhuma audiência pública, nenhuma nota,
apenas silêncio até agora, assim como ela, o Procon a nível local, vive na
inércia. Enquanto nossos parlamentares
se calam, quem abastece é que paga a conta, literalmente.
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